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Pele 17/06/2026 Quer Mais Seguros

Psoríase é inflamação do corpo todo, revela estudo de genes

Um estudo da Universidade de Newcastle mostra que a psoríase é uma inflamação que vai além da pele e aponta para tratamentos personalizados no futuro.

A psoríase não é só uma questão de pele: é uma inflamação do corpo todo. Um estudo de 2026 da Universidade de Newcastle mapeou genes ligados à doença e mostrou que essa inflamação atinge também as articulações e se conecta a problemas no coração e ao diabetes tipo 2.

Quem tem psoríase conhece as placas avermelhadas e descamativas na pele. Mas a ciência vem revelando que o problema é mais profundo do que aparenta. A novidade aqui é que os pesquisadores encontraram "assinaturas" nos genes (marcas que indicam como a doença se comporta) capazes, no futuro, de ajudar a escolher o tratamento certo para cada pessoa.

Por que dizem que a psoríase não é só na pele?

Porque a inflamação que causa as placas na pele também age por dentro do corpo. Segundo a Universidade de Newcastle, ela pode atingir as articulações (causando artrite) e está ligada a maior risco de doença no coração e de diabetes tipo 2. Ou seja: a pele é o sinal mais visível, não o problema inteiro.

Pense na pele como a ponta de um iceberg. O que aparece por fora é só uma parte do que está acontecendo. Por isso o acompanhamento de quem tem psoríase costuma ir além do dermatologista (médico da pele) e pode envolver outros cuidados, conforme a orientação do seu médico.

Esse novo olhar muda a conversa: tratar a psoríase não é só "melhorar a aparência da pele", é cuidar de uma inflamação que pode afetar a saúde como um todo.

O que o novo estudo de genes descobriu?

Os pesquisadores analisaram mais de 700 amostras de pessoas em tratamento, usando computação e inteligência artificial para cruzar dados clínicos e biológicos. Encontraram conjuntos de genes que funcionam como pistas sobre a gravidade da doença e até sobre a relação com o peso corporal.

Entre os achados, o estudo identificou um grupo de nove genes ligado à gravidade da psoríase e outro conjunto de quatorze genes relacionado ao peso (índice de massa corporal). Também viram variantes genéticas associadas a casos mais graves logo no início.

O trabalho foi conduzido por times da Universidade de Newcastle, da Queen Mary University de Londres e do King's College de Londres, dentro de um consórcio de pesquisa chamado PSORT, e publicado na revista científica Communications Medicine em fevereiro de 2026.

Vale lembrar: estes são resultados de pesquisa. Ainda não viram um exame que o seu médico vai pedir amanhã. Mas apontam um caminho promissor.

O que é tratamento sob medida (personalizado)?

É a ideia de escolher o remédio certo para a pessoa certa, em vez de tentar uma opção atrás da outra. Os genes encontrados ajudam a separar a psoríase em grupos diferentes, o que pode, no futuro, indicar qual tratamento tem mais chance de funcionar em cada caso.

Hoje, muitas vezes o tratamento é por tentativa: começa-se com uma terapia e, se não responde bem, troca-se. Isso custa tempo e desconforto. A pesquisa busca encurtar esse caminho lendo as "assinaturas" da doença antes de decidir.

Como resumiu o professor Nick Reynolds, de Newcastle, esses achados aproximam a medicina de reconhecer grupos distintos dentro da doença e, no fim, de apoiar um cuidado mais personalizado. Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação do seu médico.

Quão comum é a psoríase e quando ela costuma aparecer?

A psoríase é mais comum do que muita gente imagina. No Reino Unido, segundo a Universidade de Newcastle, ela atinge cerca de 2 em cada 100 pessoas, e afeta homens e mulheres de forma parecida.

Ela costuma aparecer em duas fases da vida: entre os 20 e os 30 anos, ou mais tarde, entre os 50 e os 60. É uma condição de longo prazo, que vai e volta, mas que pode ser controlada com acompanhamento.

Se você convive com psoríase, ter um plano de saúde com boa rede de dermatologia e reumatologia faz diferença no acompanhamento. Quer entender qual plano de saúde cobre o que você precisa? Faça uma cotação gratuita e sem compromisso em quermaisseguros.com.br.

Perguntas frequentes

A psoríase tem cura?

Até hoje não há cura conhecida. A psoríase é uma condição de longo prazo, mas pode ser controlada com tratamento e acompanhamento médico, segundo a orientação do seu dermatologista.

Psoríase é contagiosa?

Não. A psoríase não passa de uma pessoa para outra por contato. Ela está ligada ao sistema de defesa do corpo e a fatores genéticos, não a uma infecção.

Por que a psoríase é ligada ao coração e ao diabetes?

Porque é uma inflamação do corpo todo, não só da pele. Segundo a Universidade de Newcastle, essa inflamação se conecta a maior risco de doença cardíaca e de diabetes tipo 2. Converse com seu médico sobre o acompanhamento.

O plano de saúde cobre o tratamento da psoríase?

Em geral, planos de saúde cobrem consultas e exames previstos no Rol da ANS, conforme o contrato e a operadora. A cobertura de medicamentos varia. Confirme as condições no seu contrato e com a operadora.

Conteúdo informativo, com base na fonte abaixo. Não substitui orientação médica individualizada. Fonte original:

Universidade de Newcastle (Newcastle University)

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